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| MONUMENTO
18 DE JANEIRO |
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O
Monumento à Revolta de 18 de Janeiro de 1934
Destina-se imortalizar a revolução armada de 18 de Janeiro de 1934, feito pelos Vidreiros numa tentativa de acabar com as situações de perseguição, exploração, a falta de
trabalho que por várias vezes os haviam atirado para a miséria e fome. O monumento faz relembrar o sofrimento, a fome e a miséria em que o povo trabalhador e ordeiro teria passado para que em nome do trabalhador e na defesa social dos trabalhadores, tivesse participado nessa revolução. Constituída por dois blocos, um
pedestal talhado com um operário vidreiro armado com a legenda "Homenagem ao Movimento Operário de 18 de Janeiro", o
outro que tem esculpido operários a trabalhar o vidro. Trabalho feito por Joaquim Correia e inaugurado a 18 de Janeiro de 1989.
Situado na Rotunda do Vidreiro.
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| ESTÁTUA
ORFEU |
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A
Estátua Orfeu foi oferecida à Câmara Municipal por Joaquim Correia para o
Jardim Municipal. Orfeu representa a figura antológica grega que cantou o seu
amor que tinha por sua mulher Eurídicia. Situado no Largo 5 de Outubro em
frente do Museu Joaquim Correia. .
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| CASA
DO VIDREIRO |
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É
uma casa possuidora de muitas características da Marinha Grande, é um dos
últimos exemplares, recentemente reconstruída, recolhe o ambiente e os
objectos que se encontram em qualquer habitação de vidreiros dos primeiras
décadas do século. Localizada no Largo 5 de Outubro.
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| PRAÇA
GUILHERME STEPHENS |
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Monumento
a Guilherme Stephens, situado frente à
Fábrica que ele fundou em 1769, executado pelo escultor Leiriense
Luís Fernandes, inaugurado em 24 de Agosto de 1941. Este, é constituído por um busto de Stephens em bronze que é
suportado por um pedestal com uma dedicatória numa das faces, "A Guilherme Stephens - o Pessoal da Nacional Fábrica de Vidro 1941".
Projecto construindo por iniciativa do director, Doutor
Acácio de Calazans Duarte, e totalmente pago por todas os empregados e operários. No Inauguração estiverem presentes as autoridades, o pessoal da fábrica, delegação das operários vidreiros de todas as fábricas, o monumento foi entregue aos cuidados da
Câmara Municipal da Marinha Grande para sua conservação e preservação.
Está Localizada em frente da Câmara Municipal, na Praça Guilherme Stephens.
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| MONUMENTO
AOS MORTOS DA GRANDE GUERRA |
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O
Monumento aos Mortos da Grande Guerra foi inaugurado em 9 de Abril de 1935
para homenagear os combatentes portugueses mortos na 1ª Guerra Mundial
(1914-1918), projecto de autoria de Alberto
Nery Capucho (pintor e director da Escola Industrial da Marinha Grande)
projecto, este, que encheu de orgulho e honra os marinhenses, embora fosse
simples e modesto. Este monumento encontra-se localizado na Av. D.
Dinis.
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| PARQUE
DO ENGENHO |
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O Parque do Engenho, entre 1724 e 1774, funcionou um engenho de
serração de madeira, que acabou por dar nome ao parque e localidade. O recinto com cerca de 25 165 metros quadrados, começou a ser plantado no primeiro quartel do século XIX com viveiros de espécies florestais diversas, o que fez dele um espaço de lazer muito apreciado. Futuramente vai acolher o Museu Nacional da Floresta e um hotel de 4 estrelas.
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| ADMINISTRAÇÃO
DAS MATAS |
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O edifício das Matas destinava-se a ser a residência do administrador geral e a ser sede dos serviços administrativos, que ainda hoje ali funcionam. Edifício concluído em 1840
e situado na avenida D. Dinis.
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| CRUZEIRO
DA INDEPENDÊNCIA |
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De autor desconhecido o cruzeiro é um
monumento em mármore com a Cruz de Cristo as cinco quinas e o escudo da Marinha Grande, em 1 de Setembro de 1940 foi erguido, este monumento que é uma cópia quase exacta dos padrões usados nos Descobrimentos.
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| ALTO
FORNO DE PEDREANES |
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De
a......rimentos.
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| FÁBRICA
ANGOLANA |
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A Fábrica hoje conhecida por "Angolana" foi criada em 1920 como "Sociedade Vidreira Lusitana". Encerrou em 1952, reabrindo dois anos mais tarde com a designação que tem agora. A partir de 1957, funcionou apenas como
armazém. Serviu, mais recentemente, como reserva e oficina de restauro de peças destinadas ao Museu do Vidro. A Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial fez escavações no local, tendo sido postas a descoberto importantes estruturas industriais da primeira metade do século.
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