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Edmundo de Oliveira Orfão

 

Edmundo de Oliveira Orfão

Edmundo de Oliveira Orfão, natural da Marinha Grande, onde nasceu a 7 de Julho de 1918. 
Empregado de escritório da Fábrica Santos Barosa & Compª, Lda., iniciou a sua actividade literária em 1938. Colaborou com os Semanários "Jornal da Marinha Grande", "Mensageiro", e "Voz da Marinha Grande - Região de Leiria", do qual foi um dos primeiros. correspondentes, em 1940. 
Ao longo de muitos anos, dispersos pelas páginas daqueles conceituados Semanários, ficaram centenas de artigos, contos, originalidades literárias, que lhe valeram, é certo, poucas referências lisonjeiras e, em contrapartida, muitas contrariedades, perseguições e malquerenças.
Em 1985 publicou o seu primeiro livro, O Pó Cheira a Flores - vultos e sintese da História de S. Pedro de Moel e Marinha Grande. Súmulas compiladas em apontamentos plausíveis, verosímil das localidades e das suas gentes. O interesse do livro foi notório. Reabilitou uma omissão, significou o mérito.
Em 1988 foi editado o segundo livro, contos "Cravos Matizados". Narrativas de muito interesse, de ficção, de literatura novelesca, de realidades. 
Em preparação, o romance "Nini, O Abraço Foi Meu", dramas de vivências, no ambiente fabril, história que começa na decada de 1950, na então Vila da Marinha Grande.
Ab imo pectore!

in: O PÓ CHEIRA A FLÔRES
(Vultos e Sínteses da História de S. Pedro de Moel e Marinha Grande)
    
CRAVOS MATIZADOS
"Edmundo Oliveira Orfão"

 

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